A onda de calor sobe do peito pro rosto sem aviso, às vezes com suor e coração acelerado, e passa em alguns minutos deixando a mulher desconfortável — às vezes no meio de uma reunião, às vezes acordando de madrugada encharcada. O fogacho é o sintoma mais clássico da menopausa e um dos que mais roubam qualidade de vida.
Por que acontece
A queda do estrogênio desregula o "termostato" do cérebro, no hipotálamo. Ele passa a interpretar pequenas variações de temperatura como calor excessivo e dispara a resposta de resfriamento: vasos dilatam, vem o calor, o suor, às vezes o calafrio depois.
O que costuma piorar
Álcool, cafeína, comida muito quente ou apimentada, ambientes abafados, estresse e cigarro. Identificar e reduzir os gatilhos pessoais já ajuda.
Opções de tratamento
Reposição hormonal: é o tratamento mais eficaz para o fogacho, quando indicada. Repor o estrogênio reorganiza o termostato.
Opções não hormonais: para quem não pode ou não quer repor, existem alternativas medicamentosas e ajustes de estilo de vida que reduzem a frequência e a intensidade.
Medidas simples: roupas em camadas, ambiente ventilado, controle dos gatilhos, e cuidar do sono e do estresse, que amplificam tudo.
Quando procurar ajuda
Quando os calorões atrapalham o sono, o trabalho ou o bem-estar. Não é para conviver — tem tratamento. Posso avaliar o seu caso em João Pessoa.
Perguntas frequentes
Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. Antes de usar medicamentos ou suplementos, busque um profissional de saúde. Dra. Milena Jácome — CRM-PB 10744.
