Tem prateleira inteira de suplemento prometendo o mundo, e a maioria não entrega. Mas três aparecem com frequência no consultório porque, quando há deficiência real, fazem diferença de verdade: vitamina D, magnésio e ômega-3. Vale a pena? Depende — e "depende" aqui tem critério.
Vitamina D
A deficiência é muito comum no Brasil, apesar do sol — o estilo de vida moderno reduz a exposição. A vitamina D atua em ossos, músculo, imunidade e humor. Quando o nível está baixo, a suplementação faz sentido, na dose ajustada ao seu exame. Suplementar sem dosar pode ser insuficiente ou excessivo — por isso o ideal é medir antes.
Magnésio
Participa de centenas de reações, incluindo produção de energia, função muscular e sono. A deficiência é frequente e raramente dosada na rotina. Em quem tem sintomas (câimbra, insônia, fadiga, ansiedade) e baixa ingestão, a reposição costuma ajudar. A forma do magnésio importa conforme o objetivo.
Ômega-3
Tem papel anti-inflamatório e cardiovascular. Faz mais sentido para quem consome pouco peixe. A qualidade e a dose (quantidade real de EPA e DHA) importam mais que a marca — muitos produtos têm dose baixa demais.
O princípio geral
Suplemento corrige deficiência; não é para "encher" o corpo do que já tem. O melhor caminho é avaliar, dosar quando faz sentido e suplementar o que falta, na dose certa — não sair tomando tudo por indicação de internet.
Se você quer saber o que de fato precisa suplementar, dá pra avaliar com exames. Atendo em João Pessoa.
Perguntas frequentes
Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica. Antes de usar medicamentos ou suplementos, busque um profissional de saúde. Dra. Milena Jácome — CRM-PB 10744.
